24 Opiniões Sobre: Crônicas

 
     
 

Título da Obra: NATAIS DE ANTIGAMENTE

 
     
 

Joao, meu querido, que coisa mais LINDA o seu texto com o diário, sobre natais de antigamente, adorei.

Saudades.

Desejo-lhe muitas alegrias nas festas de fim de ano, e um 2008 repleto de realizações.

Abraço muito afetuoso, da amiga

 
 

De: Ana Miranda

 
 
 
     
 

Título da Obra: O COELHO E O MORAIS

 
     
 

Prezado João,

parabéns pelo esforço de ter lido a biografia de Paulo Coelho, escrita por Fernando Morais. A minha disposição de não-ler essa obra foi reforçada pelos seus comentários e pelo seu artigo crítico. Mas, a rigor, - devo esclarecer -, não gosto de ler biografias. Se é para ler ficção, prefiro contos e romances no lugar de marketing disfarçado.Abraço do

 
 

De: Pádua Lopes

 
 
 
     
 

Título da Obra: O AMOR CURA ?

 
     
 

Acabo de ler na net um artigo seu com o título:O amor cura?

Queria mt que soubesse que amei o que li e que realmente isso é verdade:O amor cura mesmo.Eu sou prova real disso.Parabéns pelo artigo.Mt lindo.

 
 

De: Cleide Rodrigues Ferreira

 
 
 
     
 

Título da Obra: MACHADO DE ASSIS

 
     
 

João,

Acabei de ler o que escreveu sobre Machado de Assis e fico impressionada

com sua percepção e como consegue articular tão bem nas suas palavras esse sentimento. De fato, ele é bem maior do que andam escrevendo por aí. Eu até li ontem, já de volta pra Fortaleza, um artigo numa dessas revistas semanais,"revelando" uns coisinhas dele. Gostei de como você conseguiu dar um tom poético, já no final do seu escrito... "Numa certa rua do Cosme Velho"... Parabéns, João, novamente, mas pode ter certeza que não é só elogio fácil de fã.

boa semana,

 
 

De: Ana-Isa

 
 
 
     
 

Título da Obra: CRONISTA

 
     
 

"você é cronista, João: aceite o seu destino. Sofrimento, alegria, dor, felicidade, risos, choros - tudo passa na alma do cronista, mais do quea do poeta. Peque porque ïnventa": cornista nara...

Um cheiro da

Adísia Sá

 
 

De: (Adísia Sá é a decana dos jornalistas cearenses. Professora Universitária)

 
 
 
     
 

Título da Obra:

 
     
 

"João Soares, cada vez mais brilhante. Vejam que pérola ele escreveu neste prequeno trecho de seu artigo dominical passado:

Não são a pompa e a posição que tornam a pessoa digna, são os com que faz, o modo como trata o que é coletivo e sua responsabilidade social".

 
 

De: Sílvio Carlos Vieira Lima, do Diário do Nordeste

 
 
 
     
 

Título da Obra:

 
     
 

Prezado João,

Li, com satisfação, sua crônica a respeito do centenário de meu pai. Gostei muito, tanto que a recortei para guardá-la junto aos meus alfarrábios sobre ele. Aliás, já me surpreendera agradavelmente, há poucos dias,com as anotações e a íntegra da Balada do Cinquentão em seu diário de 1969, arquivado com o zelo de bibliófilo.

Muitíssimo grato. Um forte abraço do

 
 

De: Rui Filgueiras Lima, prof. universitário

 
 
 
     
 

Título da Obra:

 
     
 

João

Me encantó el artículo del heptaneto, ¿realmente te conmueve tanto un pedacito de carne de ese tamaño? porque podía sentir en cada línea leída un sentimiento inmenso y profundo.

Me impresiona que aún conserves la pasión por el amor y los namoros...

 
 

De: Alejandra Garcia - México

 
 
 
     
 

Título da Obra:

 
     
 

Prezado João

Dia desses, Cultura era sonho de intelectual que para muita gente, falava de coisa estranha. A partir da gestão de Gilberto Gil, podemos identificar uma profunda mudança em dois planos. O primeiro quanto ao interesse e financiamento público, resultante do projeto nacional do setor, elaborado e posto em movimento pelo ex-ministro. O segundo, e aquele que considero mais importante, diz respeito à conscientização de proeminente segmento da sociedade, incluindo aí setores específicos como, por exemplo, grandes corporações que hoje estão envolvidas com os negócios da cultura. Aliás, aquilo que era visto como movimento diletante de alguns, hoje é tratado no âmbito da Economia Criativa de todos e como sabe, ganhou até Secretaria no Ministério, com dedicação exclusiva ao desenvolvimento das práticas culturais como negócio. Assim a Cultura acaba de conquistar, no Brasil, o Status de instrumento de desenvolvimento sócio-econômico, o que não é pouco para o que fora estranhamente ignorado quer pelo poder público, quer pela iniciativa privada até às barras de hoje. Veja prezado amigo, que estamos falando de pouquíssimo tempo. Até ontem, cultura era coisa lúdica e prática popular restrita às camadas constituintes das bases sociais. Hoje é objeto de interesse nacional e nos referimos ao dinheiro envolvido nela como investimento e não mais gasto, como era antes. Claro que resta muito a ser feito, mas isso é apenas o desafio que temos pela frente. Os mais de 90% de brasileiros que nunca foram a uma exposição de obras de arte, são apenas parte de nossa imensa porfia. O que dizer, então dos mais de 80% que jamais foram ao cinema ou a apresentações teatrais? Este é o fundamento do meu entusiasmo, objeto da minha infatigável peleja. Como vê, prezado Soares, sou um otimista incorrigível.

Quanto ao seu texto é elogiável. Aliás, há muito elogio o seu comportamento frente à cultura. Homem de letras, de ciência e de negócios, que honra as habilidades recebidas e desenvolvidas pela prática e pelo estudo, que agita e vive às voltas com as práticas culturais da cidade. Que opinião eu poderia dar, ante a consistência de sua análise medida pelo conhecimento que tem e a consciência de cidadania que porta como estandarte?

Vai aqui, prezado João Soares, apenas o meu modesto, mas sincero abraço.

 
 

De: Carlos Macedo, escritor e pintor

 
 
 
     
 

Título da Obra: APONTAMENTOS COM AIRTON MONTE

 
     
 

João: Como costumava lembrar minha Mãe, a afetividade é a mola da vida. Lendo você, referindo o grande Aírton Monte, parece que estou participando de algumas de suas conversas, ditas crônicas do nosso todo-dia. Recentemente, há uns cinco meses, o Aírton, já basante doente, ainda soube corrigir,na Justiça, laudo de colega desatento, atendendo, como perito competente cuidadoso, de contribuir´para realizar o justo. É repetição, mas não me veio outra frase: apesar de sua produção diária, de suas sábias reflexões, que vão durar a vida toda, a sua partida nos deixa bem mais pobres. João, obrigado por me ter enviado um pedaço do Airton Monte. Que Deus o tenha, como o abençoou a cida toda. Abrs.

 
 

De: Roberto Martins Rodrig

 
 
 
 
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