{"id":2765,"date":"2023-12-21T09:10:28","date_gmt":"2023-12-21T12:10:28","guid":{"rendered":"https:\/\/joaosoaresneto.com.br\/index.php\/2023\/12\/21\/a-ideia-a-execucao-os-obices-e-a-dura-vida-jornal-o-estado\/"},"modified":"2023-12-21T09:10:28","modified_gmt":"2023-12-21T12:10:28","slug":"a-ideia-a-execucao-os-obices-e-a-dura-vida-jornal-o-estado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/joaosoaresneto.com.br\/index.php\/2023\/12\/21\/a-ideia-a-execucao-os-obices-e-a-dura-vida-jornal-o-estado\/","title":{"rendered":"A IDEIA, A EXECU\u00c7\u00c3O, OS \u00d3BICES E A DURA VIDA &#8211; Jornal O Estado"},"content":{"rendered":"<p>\u201cChorei e acreditei\u201d. F.R. Chateaubriand, escritor franc\u00eas.<br \/>\nN\u00e3o somos iguais a ningu\u00e9m. Temos as nossas pr\u00f3prias idiossincrasias. Nosso pai dizia: \u201cn\u00e3o seja melhor, nem pior. Seja voc\u00ea\u201d. Em 1999, depois de muito pensar e estudar, conclu\u00edmos um projeto que durou cinco anos para ser executado: um centro comercial. Vale dizer que fomos desaconselhados, por consultores contratados, a faz\u00ea-lo no local escolhido.<br \/>\nA maioria das pessoas de refer\u00eancia sondada dizia ser uma loucura investir em bairro sem grande densidade habitacional. Argumentavam: na \u00e1rea de humanidades da UFC h\u00e1 pol\u00edtica, com\u00edcio e greve. Disseram tamb\u00e9m que estar\u00edamos pr\u00f3ximos das sedes de partidos de esquerda. Para desanimar, falaram: o metr\u00f4 n\u00e3o seria conclu\u00eddo t\u00e3o cedo e a sua constru\u00e7\u00e3o nos importunaria, pois ruas seriam fechadas por anos.<br \/>\nE da\u00ed? Desobedecemos a todos os consultores. Ficamos surdos. Sofremos o p\u00e3o que o diabo amassou. Cinco anos, sol a sol, algumas noites em claro, fazendo f\u00e9, aplicando o produto de toda uma vida \u00e1rdua.<br \/>\nNo dia da inaugura\u00e7\u00e3o, manh\u00e3 de s\u00e1bado, 30 de outubro de 1999, anivers\u00e1rio de D. Margarida &#8211; a mulher que nos trouxe ao mundo- n\u00e3o havia tapumes. As lojas ainda n\u00e3o ocupadas foram rematadas com grandes pinturas de artistas pl\u00e1sticos cearenses. Era o nosso primeiro concurso p\u00fablico de artes.<br \/>\nOferecemos, na exposi\u00e7\u00e3o, duas premia\u00e7\u00f5es com passagem ida-e-volta aos Estados Unidos e \u00e0 Europa. Em\u00edlia Porto e Audifax Rios, os vencedores, preferiram o valor equivalente. Assim foi feito. Nascia o embri\u00e3o da galeria de arte que se consolida at\u00e9 hoje.<br \/>\nA Camerata da Universidade Federal do Cear\u00e1 tocava m\u00fasicas cl\u00e1ssicas e a fita simb\u00f3lica foi descerrada pelas filhas, a pequena neta Luana, o Reitor Martins Filho, D. Margarida e convidados. Padre Hermano, padre-mestre dos Rem\u00e9dios, fez a ben\u00e7\u00e3o. Na parede principal estava quadro com os nomes das pessoas que trabalharam na obra inaugurada. Uma a uma. Do servente ao engenheiro chefe. Nenhum esquecido.<br \/>\nDepois, come\u00e7ou a vida real, as dificuldades aumentavam a cada dia. O metr\u00f4 fechou as duas principais vias de acesso e lojistas consagrados n\u00e3o compravam a nossa ideia. Primeiro, ter\u00edamos que nos fazer acreditados.<br \/>\nAssim, batalha a batalha, fomos sedimentando a hist\u00f3ria com a chegada dos Mercadinhos S\u00e3o Luiz, da Casa dos Relojoeiros e de corajosos novos lojistas. Aos poucos, com boa equipe, \u00edamos abrindo lojas e resistindo \u00e0s adversidades.<br \/>\nConseguimos que uma grande empresa nacional de varejo aceitasse que fiz\u00e9ssemos, com nosso capital, todo o espa\u00e7o, turn-key, de 1.600m2, de sua loja. A inaugura\u00e7\u00e3o nos daria credibilidade. A loja foi inaugurada, mas, em seguida, fechada por decis\u00e3o judicial que invocava uma \u201ccl\u00e1usula de raio\u201d.<br \/>\nExplico: in\u00f3cua reserva de mercado a impedir uma mesma empresa de montar outra loja em raio de 5 km. Depois de doloroso abre-fecha, a loja voltou a funcionar e l\u00e1 permanece altaneira.<br \/>\nUm centro comercial pede alguns cinemas. Procuramos exibidoras nacionais e todas nos deram a mesma resposta: construa que, depois, entramos. Noites em claro. Resolvemos do nosso jeito. Ora, se ir\u00edamos construir para os outros, por que n\u00e3o faz\u00ea-lo para n\u00f3s mesmos?<br \/>\nSab\u00edamos da dificuldade de captar filmes, sendo pequenos e independentes. Viajamos, trocamos ideias e assumimos que ser\u00edamos n\u00f3s os exibidores. Ter\u00edamos que obter o aval das distribuidoras de filmes, ligadas aos exibidores. Outra batalha. Afinal, fizemos as salas.<br \/>\nPrecis\u00e1vamos mostrar que \u00e9ramos organizados e planejados. Obtivemos, ap\u00f3s inspe\u00e7\u00e3o, a certifica\u00e7\u00e3o ISO-2001, atrav\u00e9s de empresa inglesa. Fomos o primeiro do Brasil na \u00e1rea de atua\u00e7\u00e3o. Paralelo a isso, lut\u00e1vamos para que o Metrofor nos liberasse a frente Carapinima, ainda fechada. Marchas e contramarchas, conseguimos. Depois de anos.<br \/>\nFaltava a localiza\u00e7\u00e3o exata da Esta\u00e7\u00e3o Benfica do Metrofor. Cedemos ao Estado \u00e1rea de nosso im\u00f3vel para que parte da citada esta\u00e7\u00e3o ali fosse fincada. Hoje, mar\u00e7o de 2015, o metr\u00f4 j\u00e1 funciona, mas duas vias de escoamento jazem bloqueadas.<br \/>\nS\u00e3o 15 anos. Fizemos da ideia um projeto de resolu\u00e7\u00e3o que atentava contra tend\u00eancias do mercado. Optamos, por voca\u00e7\u00e3o e consci\u00eancia, por ser um centro de refer\u00eancia para os clientes. Criamos 10 projetos sociais e culturais em pleno funcionamento. Por nossa conta e sem benef\u00edcio fiscal.<br \/>\nTornamos-nos amigos dos lojistas e clientes, sem ufania. Eles s\u00e3o o nosso trunfo. Assim o fizemos. Assim o somos. H\u00e1, inclusive, um deles, professor universit\u00e1rio, que possui os n\u00fameros dos nossos telefones e liga para o que bem quiser. Outros nos ajudam, de forma consistente. Conversamos com todos a qualquer hora.<br \/>\nRecebemos, por sete vezes, o selo de responsabilidade cultural conferido pela Secretaria da Cultura do Cear\u00e1. Somos a \u00fanica empresa do Estado que possui este laurel. Temos espa\u00e7o de leitura com biblioteca, uma f\u00e1brica artesanal para maiores de 55 anos, gin\u00e1stica de baixo impacto, um clube de viver bem e mostras permanentes de artes. Promovemos o Gente de Bem, fazemos congra\u00e7amento anual com crian\u00e7as portadoras de doen\u00e7as, s\u00edndromes e em situa\u00e7\u00f5es de desamparo com institui\u00e7\u00f5es acreditadas.<br \/>\nTrazemos a m\u00fasica, os cantores e os compositores locais para os nossos eventos. Oferecemos espa\u00e7os para alunos de artes, pintores consagrados, grafiteiros, blogueiros e outros. Incentivamos o carnaval, os maracatus e as festas juninas. Formamos mais de 1.800 bombeiros volunt\u00e1rios em parceira com o Corpo de Bombeiros Militares do Cear\u00e1. Estamos abrindo a 50\u00aa. turma. Nada da boca para fora. Tudo com nosso envolvimento e gratuito.<br \/>\nNovos centros comerciais foram surgindo nos \u00faltimos tempos e outros est\u00e3o por vir. Sejam todos bem-vindos. O sol nasceu para todos.<br \/>\nEste texto \u00e9 claro, sem presun\u00e7\u00e3o. \u00c9 hist\u00f3ria vivida e sofrida que continua a cada dia novo para as quase duas mil pessoas que mourejam, acreditam no que fazem, recebem bem e com alegria milhares de clientes.<\/p>\n<p>Jo\u00e3o Soares Neto,<br \/>\nescritor<br \/>\nCR\u00d4NICA PUBLICADA NO JORNAL O ESTADO EM 27\/03\/2015.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cChorei e acreditei\u201d. F.R. Chateaubriand, escritor franc\u00eas.<br \/>\nN\u00e3o somos iguais a ningu\u00e9m. Temos as nossas pr\u00f3prias idiossincrasias. Nosso pai dizia: \u201cn\u00e3o seja melhor, nem pior. Seja voc\u00ea\u201d. Em 1999, depois de muito pensar e estudar, conclu\u00edmos um projeto que durou cinco anos para ser executado: um centro comercial. Vale dizer que fomos desaconselhados, por consultores contratados, a faz\u00ea-lo no local escolhido.<br \/>\nA maioria das pessoas de refer\u00eancia sondada dizia ser uma loucura investir em bairro sem grande densidade habitacional. Argumentavam: na \u00e1rea de humanidades da UFC h\u00e1 pol\u00edtica, com\u00edcio e greve. Disseram tamb\u00e9m que estar\u00edamos pr\u00f3ximos das sedes de partidos de esquerda. Para desanimar, falaram: o metr\u00f4 n\u00e3o seria conclu\u00eddo t\u00e3o cedo e a sua constru\u00e7\u00e3o nos importunaria, pois ruas seriam fechadas por anos.<br \/>\nE da\u00ed? Desobedecemos a todos os consultores. Ficamos surdos. Sofremos o p\u00e3o que o diabo amassou. Cinco anos, sol a sol, algumas noites em claro, fazendo f\u00e9, aplicando o produto de toda uma vida \u00e1rdua.<br \/>\nNo dia da inaugura\u00e7\u00e3o, manh\u00e3 de s\u00e1bado, 30 de outubro de 1999, anivers\u00e1rio de D. Margarida &#8211; a mulher que nos trouxe ao mundo- n\u00e3o havia tapumes. As lojas ainda n\u00e3o ocupadas foram rematadas com grandes pinturas de artistas pl\u00e1sticos cearenses. Era o nosso primeiro concurso p\u00fablico de artes.<br \/>\nOferecemos, na exposi\u00e7\u00e3o, duas premia\u00e7\u00f5es com passagem ida-e-volta aos Estados Unidos e \u00e0 Europa. Em\u00edlia Porto e Audifax Rios, os vencedores, preferiram o valor equivalente. Assim foi feito. Nascia o embri\u00e3o da galeria de arte que se consolida at\u00e9 hoje.<br \/>\nA Camerata da Universidade Federal do Cear\u00e1 tocava m\u00fasicas cl\u00e1ssicas e a fita simb\u00f3lica foi descerrada pelas filhas, a pequena neta Luana, o Reitor Martins Filho, D. Margarida e convidados. Padre Hermano, padre-mestre dos Rem\u00e9dios, fez a ben\u00e7\u00e3o. Na parede principal estava quadro com os nomes das pessoas que trabalharam na obra inaugurada. Uma a uma. Do servente ao engenheiro chefe. Nenhum esquecido.<br \/>\nDepois, come\u00e7ou a vida real, as dificuldades aumentavam a cada dia. O metr\u00f4 fechou as duas principais vias de acesso e lojistas consagrados n\u00e3o compravam a nossa ideia. Primeiro, ter\u00edamos que nos fazer acreditados.<br \/>\nAssim, batalha a batalha, fomos sedimentando a hist\u00f3ria com a chegada dos Mercadinhos S\u00e3o Luiz, da Casa dos Relojoeiros e de corajosos novos lojistas. Aos poucos, com boa equipe, \u00edamos abrindo lojas e resistindo \u00e0s adversidades.<br \/>\nConseguimos que uma grande empresa nacional de varejo aceitasse que fiz\u00e9ssemos, com nosso capital, todo o espa\u00e7o, turn-key, de 1.600m2, de sua loja. A inaugura\u00e7\u00e3o nos daria credibilidade. A loja foi inaugurada, mas, em seguida, fechada por decis\u00e3o judicial que invocava uma \u201ccl\u00e1usula de raio\u201d.<br \/>\nExplico: in\u00f3cua reserva de mercado a impedir uma mesma empresa de montar outra loja em raio de 5 km. Depois de doloroso abre-fecha, a loja voltou a funcionar e l\u00e1 permanece altaneira.<br \/>\nUm centro comercial pede alguns cinemas. Procuramos exibidoras nacionais e todas nos deram a mesma resposta: construa que, depois, entramos. Noites em claro. Resolvemos do nosso jeito. Ora, se ir\u00edamos construir para os outros, por que n\u00e3o faz\u00ea-lo para n\u00f3s mesmos?<br \/>\nSab\u00edamos da dificuldade de captar filmes, sendo pequenos e independentes. Viajamos, trocamos ideias e assumimos que ser\u00edamos n\u00f3s os exibidores. Ter\u00edamos que obter o aval das distribuidoras de filmes, ligadas aos exibidores. Outra batalha. Afinal, fizemos as salas.<br \/>\nPrecis\u00e1vamos mostrar que \u00e9ramos organizados e planejados. Obtivemos, ap\u00f3s inspe\u00e7\u00e3o, a certifica\u00e7\u00e3o ISO-2001, atrav\u00e9s de empresa inglesa. Fomos o primeiro do Brasil na \u00e1rea de atua\u00e7\u00e3o. Paralelo a isso, lut\u00e1vamos para que o Metrofor nos liberasse a frente Carapinima, ainda fechada. Marchas e contramarchas, conseguimos. Depois de anos.<br \/>\nFaltava a localiza\u00e7\u00e3o exata da Esta\u00e7\u00e3o Benfica do Metrofor. Cedemos ao Estado \u00e1rea de nosso im\u00f3vel para que parte da citada esta\u00e7\u00e3o ali fosse fincada. Hoje, mar\u00e7o de 2015, o metr\u00f4 j\u00e1 funciona, mas duas vias de escoamento jazem bloqueadas.<br \/>\nS\u00e3o 15 anos. Fizemos da ideia um projeto de resolu\u00e7\u00e3o que atentava contra tend\u00eancias do mercado. Optamos, por voca\u00e7\u00e3o e consci\u00eancia, por ser um centro de refer\u00eancia para os clientes. Criamos 10 projetos sociais e culturais em pleno funcionamento. Por nossa conta e sem benef\u00edcio fiscal.<br \/>\nTornamos-nos amigos dos lojistas e clientes, sem ufania. Eles s\u00e3o o nosso trunfo. Assim o fizemos. Assim o somos. H\u00e1, inclusive, um deles, professor universit\u00e1rio, que possui os n\u00fameros dos nossos telefones e liga para o que bem quiser. Outros nos ajudam, de forma consistente. Conversamos com todos a qualquer hora.<br \/>\nRecebemos, por sete vezes, o selo de responsabilidade cultural conferido pela Secretaria da Cultura do Cear\u00e1. Somos a \u00fanica empresa do Estado que possui este laurel. Temos espa\u00e7o de leitura com biblioteca, uma f\u00e1brica artesanal para maiores de 55 anos, gin\u00e1stica de baixo impacto, um clube de viver bem e mostras permanentes de artes. Promovemos o Gente de Bem, fazemos congra\u00e7amento anual com crian\u00e7as portadoras de doen\u00e7as, s\u00edndromes e em situa\u00e7\u00f5es de desamparo com institui\u00e7\u00f5es acreditadas.<br \/>\nTrazemos a m\u00fasica, os cantores e os compositores locais para os nossos eventos. Oferecemos espa\u00e7os para alunos de artes, pintores consagrados, grafiteiros, blogueiros e outros. Incentivamos o carnaval, os maracatus e as festas juninas. Formamos mais de 1.800 bombeiros volunt\u00e1rios em parceira com o Corpo de Bombeiros Militares do Cear\u00e1. Estamos abrindo a 50\u00aa. turma. Nada da boca para fora. Tudo com nosso envolvimento e gratuito.<br \/>\nNovos centros comerciais foram surgindo nos \u00faltimos tempos e outros est\u00e3o por vir. Sejam todos bem-vindos. O sol nasceu para todos.<br \/>\nEste texto \u00e9 claro, sem presun\u00e7\u00e3o. \u00c9 hist\u00f3ria vivida e sofrida que continua a cada dia novo para as quase duas mil pessoas que mourejam, acreditam no que fazem, recebem bem e com alegria milhares de clientes.<\/p>\n<p>Jo\u00e3o Soares Neto,<br \/>\nescritor<br \/>\nCR\u00d4NICA PUBLICADA NO JORNAL O ESTADO EM 27\/03\/2015.<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[],"tags":[],"class_list":["post-2765","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry"],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/joaosoaresneto.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2765","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/joaosoaresneto.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/joaosoaresneto.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/joaosoaresneto.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/joaosoaresneto.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2765"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/joaosoaresneto.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2765\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/joaosoaresneto.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2765"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/joaosoaresneto.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2765"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/joaosoaresneto.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2765"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}