{"id":2795,"date":"2023-12-21T09:10:29","date_gmt":"2023-12-21T12:10:29","guid":{"rendered":"https:\/\/joaosoaresneto.com.br\/index.php\/2023\/12\/21\/os-libaneses-do-ceara-jornal-o-estado\/"},"modified":"2023-12-21T09:10:29","modified_gmt":"2023-12-21T12:10:29","slug":"os-libaneses-do-ceara-jornal-o-estado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/joaosoaresneto.com.br\/index.php\/2023\/12\/21\/os-libaneses-do-ceara-jornal-o-estado\/","title":{"rendered":"OS LIBANESES DO CEAR\u00c1 &#8211; Jornal O Estado"},"content":{"rendered":"<p>\u201cO L\u00edbano ergueu-se diante de mim com seus cimos nevados, seu aspecto severo, como conv\u00e9m a essa sentinela da Terra Santa\u201d. D.Pedro II ,novembro de1876<br \/>\nConta a hist\u00f3ria que o s\u00e9culo 19 n\u00e3o foi muito prazenteiro com os libaneses, especialmente os que obedeciam a ritos crist\u00e3os e estavam encravados em \u00e1reas montanhosas do norte do L\u00edbano, onde os recursos naturais eram parcos e a vida se tornava dif\u00edcil. Zahle era um desses lugares. O Pa\u00eds vivia sob a for\u00e7a do imp\u00e9rio turco-otomano.<br \/>\nO destino que pretendiam os primeiros imigrantes, muitos dos que vieram para o Brasil, era a Am\u00e9rica, n\u00e3o a do Sul, onde aportaram, mas a do Norte, para a qual n\u00e3o tinham visto de entrada. Os passaportes eram turcos, face a domina\u00e7\u00e3o.<br \/>\nConsta que a visita ao L\u00edbano, em novembro de 1876, do Imperador D. Pedro II, tamb\u00e9m facilitou o processo migrat\u00f3rio que teve como destino principal o Estado de S\u00e3o Paulo. Alguns desses, em di\u00e1spora j\u00e1 interna, vieram ter \u00e0 Amaz\u00f4nia, seduzidos pelo ciclo da borracha. Outros, por raz\u00f5es diversas, chegaram ao Nordeste e ao Cear\u00e1.<br \/>\nA revista paulista Carta do L\u00edbano, dirigida pelo jornalista Fouad Mitri Naime, em edi\u00e7\u00e3o deste ano, mas n\u00e3o datada, publicou n\u00famero especial sobre a imigra\u00e7\u00e3o libanesa no interior e na capital do Cear\u00e1.<br \/>\nNesse n\u00famero s\u00e3o contadas hist\u00f3rias dos troncos dos imigrantes das fam\u00edlias libanesas que, desde o final do s\u00e9culo 19, aportaram na Praia de Iracema, ent\u00e3o Praia do Peixe, antigo porto ou trapiche de Fortaleza.<br \/>\nOs primeiros imigrantes libaneses cumpriram etapas honradas de adapta\u00e7\u00e3o \u00e0s cidades do interior e na capital. Primeiro como mascates. Depois como varejistas, logo em seguida no atacado e da\u00ed para a ind\u00fastria. Eram valorosos e aqui tiveram boa acolhida, provinciana que era a maioria das gentes locais.<br \/>\nNo Cear\u00e1, a partir de 1888, com a chegada de Dem\u00e9trio Dibe, natural de Tripoli, estado litor\u00e2neo ao Norte do L\u00edbano, deu-se a benfazeja \u201cinvas\u00e3o\u201d de emigrados libaneses que aqui, com toda a energia e esperan\u00e7a, fincaram ra\u00edzes profundas que hoje dignificam e muito significaram para o nosso desenvolvimento.<br \/>\nSegundo C\u00e9sar Aziz Ary, engenheiro e professor da Universidade Federal do Cear\u00e1, em parceria com o advogado, empres\u00e1rio e ex-c\u00f4nsul honor\u00e1rio do L\u00edbano do Cear\u00e1, Samir Jereissati, foi realizado um levantamento que identificou a exist\u00eancia de mais de 100 sobrenomes libaneses aqui sedimentados.<br \/>\nA saber: Abdalla, Abbas, Aboud, Ac\u00e1rio, Abu-Marrul, Allan, Ars\u00eanio, Ary ( Al Kary), Asfour(Asfor), Assad, Assef, Auad, Azin, Al-Hauch, Bach\u00e1, Belem, Barha(Braga), Baquit, Bardawil, Barguil, Bayde, Bassila, Bittar, Boutala, Bouaiz, Braide, Brandan, Buhmara, Busgaib,Carrah, Carate, Cateb, Catrib, Chaib,Chehab, Daher, Demes, Dibe,Dieb,, Duailibe, Dummar, Elias, Farah, Feres, Fecury, Gazelli,Hachem, Haddad,Hamdan, Hagge, Havache, Hissa, Hakimmi, Hellal, Hiluy, Hosn, Ibrahim, Irucus (Roque), Jereissati, Jorge, Kalil, Kayatt, Karam, Kalume, Karbage, Kassuf, Koury, Kham,Kubrusly, Lazar, Lobo (Dib), Lopes (Lubus), Lattif, Mahamud, Mansur, Midauar, Mustaf\u00e1, Mutran, Najar, Namem, Nasser, Nazar, Nedef, N\u00f3gimo, Okka, Otoch, Rachid, Rabay, Rassi, Romcy(Homsi) Rouquez (Roque), Safadi, Said, Salem, Salom\u00e3o, Sarquis, Saker, Sater, Sim\u00e3o, Skeff, Sleiman, Tahim, Tajra, Tauil, Tebet, Turbay, Zahlut e Zarur.<br \/>\nHoje, entranhados com sobrenomes de origem portuguesa e de outras nacionalidades, s\u00e3o parte importante da sociedade cearense, sem os quais a nossa hist\u00f3ria seria, sem d\u00favida, bem distinta e mais pobre.<br \/>\n\u00c9 cantado e consabido o arrojo, o destemor e a energia dos que, por muitas raz\u00f5es, saem de sua p\u00e1tria e, enfrentando obst\u00e1culos lingu\u00edsticos e culturais, conseguem, em pouco mais de cem anos, formar uma descend\u00eancia t\u00e3o ilustre quanto as dos filhos, netos, bisnetos e j\u00e1 tetranetos de imigrantes libaneses no Cear\u00e1.<br \/>\nEm qualquer \u00e1rea do conhecimento human\u00edstico, cientifico e tecnol\u00f3gico, e em m\u00faltiplos ramos de neg\u00f3cios e na pol\u00edtica, avultam nomes libaneses originais ou j\u00e1 adaptados por quest\u00f5es fon\u00e9ticas. Hoje, sem d\u00favida, grande parte do produto interno bruto cearense tem origem nas poupan\u00e7as consolidadas e transformadas em for\u00e7as motrizes do nosso desenvolvimento social.<br \/>\nEste artigo n\u00e3o \u00e9 louva\u00e7\u00e3o, mas dever de um n\u00e3o liban\u00eas para com tantos patriarcas imigrantes que, do nada, conseguiram estruturar fam\u00edlias e consolidar patrim\u00f4nios em terra t\u00e3o adusta como o Cear\u00e1.<br \/>\nA edi\u00e7\u00e3o especial da Carta do L\u00edbano e o livro As fam\u00edlias libanesas no Cear\u00e1, de C\u00e9sar Aziz Ary ao meu olhar, deveriam ser distribu\u00eddos em bibliotecas e escolas p\u00fablicas cearenses, ao mesmo tempo que, digitalizadas, deveriam constituir sites e blogs que difundissem e perpetuassem as hist\u00f3rias das muitas fam\u00edlias hoje amalgamadas com ascend\u00eancias locais, pois muitas gera\u00e7\u00f5es j\u00e1 se cristalizaram na sociedade local. Shukran.<br \/>\nPonte dos Ingleses ou Ponte Met\u00e1lica<br \/>\nA Ponte dos Ingleses, tamb\u00e9m chamada de Ponte Met\u00e1lica, est\u00e1 localizada na Praia de Iracema, Fortaleza, Cear\u00e1, Brasil. Foi um projeto de melhoramento da estrutura portu\u00e1ria de Fortaleza. A constru\u00e7\u00e3o do viaduto Lucas Bicalho foi iniciada em 24 de setembro de 1921, pela empresa inglesa Norton Griffts Co., para servir de porto da cidade de Fortaleza, em substitui\u00e7\u00e3o da antiga Ponte Met\u00e1lica (ponte ao lado, pr\u00f3xima da Avenida Almirante Tamandar\u00e9). No entanto, nunca funcionou como porto. O viaduto integrava o ante-projeto de um porto-ilha proposto pelo engenheiro Manuel Carneiro de Sousa Bandeira, e desenvolvido pelo engenheiro Lucas Bicalho. As obras foram iniciadas em 1921, durante o governo do presidente Epit\u00e1cio Pessoa, e foram suspensas no governo de Artur Bernardes, no qual permaneceu inconclusa. Em 1994, foi aprovado um projeto de recupera\u00e7\u00e3o da ponte atrav\u00e9s da Secretaria de Cultura do Estado do Cear\u00e1. A ponte foi recuperada e urbanizada para o uso p\u00fablico, al\u00e9m de ter recebido uma arma\u00e7\u00e3o de madeira sobre parte do viaduto, projeto dos arquitetos Fausto Nilo e Delberg Ponce de Leon, tamb\u00e9m respons\u00e1veis pelo projeto arquitet\u00f4nico do Centro Drag\u00e3o do Mar de Arte e Cultura. Atualmente, a Ponte dos Ingleses conta tamb\u00e9m com um N\u00facleo de Prote\u00e7\u00e3o dos Golfinhos e uma Torre de Observa\u00e7\u00e3o de Cet\u00e1ceos.<\/p>\n<p>Jo\u00e3o Soares Neto,<br \/>\nescritor<br \/>\nCR\u00d4NICA PUBLICADA NO JORNAL O ESTADO EM 10\/07\/2015<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cO L\u00edbano ergueu-se diante de mim com seus cimos nevados, seu aspecto severo, como conv\u00e9m a essa sentinela da Terra Santa\u201d. D.Pedro II ,novembro de1876<br \/>\nConta a hist\u00f3ria que o s\u00e9culo 19 n\u00e3o foi muito prazenteiro com os libaneses, especialmente os que obedeciam a ritos crist\u00e3os e estavam encravados em \u00e1reas montanhosas do norte do L\u00edbano, onde os recursos naturais eram parcos e a vida se tornava dif\u00edcil. Zahle era um desses lugares. O Pa\u00eds vivia sob a for\u00e7a do imp\u00e9rio turco-otomano.<br \/>\nO destino que pretendiam os primeiros imigrantes, muitos dos que vieram para o Brasil, era a Am\u00e9rica, n\u00e3o a do Sul, onde aportaram, mas a do Norte, para a qual n\u00e3o tinham visto de entrada. Os passaportes eram turcos, face a domina\u00e7\u00e3o.<br \/>\nConsta que a visita ao L\u00edbano, em novembro de 1876, do Imperador D. Pedro II, tamb\u00e9m facilitou o processo migrat\u00f3rio que teve como destino principal o Estado de S\u00e3o Paulo. Alguns desses, em di\u00e1spora j\u00e1 interna, vieram ter \u00e0 Amaz\u00f4nia, seduzidos pelo ciclo da borracha. Outros, por raz\u00f5es diversas, chegaram ao Nordeste e ao Cear\u00e1.<br \/>\nA revista paulista Carta do L\u00edbano, dirigida pelo jornalista Fouad Mitri Naime, em edi\u00e7\u00e3o deste ano, mas n\u00e3o datada, publicou n\u00famero especial sobre a imigra\u00e7\u00e3o libanesa no interior e na capital do Cear\u00e1.<br \/>\nNesse n\u00famero s\u00e3o contadas hist\u00f3rias dos troncos dos imigrantes das fam\u00edlias libanesas que, desde o final do s\u00e9culo 19, aportaram na Praia de Iracema, ent\u00e3o Praia do Peixe, antigo porto ou trapiche de Fortaleza.<br \/>\nOs primeiros imigrantes libaneses cumpriram etapas honradas de adapta\u00e7\u00e3o \u00e0s cidades do interior e na capital. Primeiro como mascates. Depois como varejistas, logo em seguida no atacado e da\u00ed para a ind\u00fastria. Eram valorosos e aqui tiveram boa acolhida, provinciana que era a maioria das gentes locais.<br \/>\nNo Cear\u00e1, a partir de 1888, com a chegada de Dem\u00e9trio Dibe, natural de Tripoli, estado litor\u00e2neo ao Norte do L\u00edbano, deu-se a benfazeja \u201cinvas\u00e3o\u201d de emigrados libaneses que aqui, com toda a energia e esperan\u00e7a, fincaram ra\u00edzes profundas que hoje dignificam e muito significaram para o nosso desenvolvimento.<br \/>\nSegundo C\u00e9sar Aziz Ary, engenheiro e professor da Universidade Federal do Cear\u00e1, em parceria com o advogado, empres\u00e1rio e ex-c\u00f4nsul honor\u00e1rio do L\u00edbano do Cear\u00e1, Samir Jereissati, foi realizado um levantamento que identificou a exist\u00eancia de mais de 100 sobrenomes libaneses aqui sedimentados.<br \/>\nA saber: Abdalla, Abbas, Aboud, Ac\u00e1rio, Abu-Marrul, Allan, Ars\u00eanio, Ary ( Al Kary), Asfour(Asfor), Assad, Assef, Auad, Azin, Al-Hauch, Bach\u00e1, Belem, Barha(Braga), Baquit, Bardawil, Barguil, Bayde, Bassila, Bittar, Boutala, Bouaiz, Braide, Brandan, Buhmara, Busgaib,Carrah, Carate, Cateb, Catrib, Chaib,Chehab, Daher, Demes, Dibe,Dieb,, Duailibe, Dummar, Elias, Farah, Feres, Fecury, Gazelli,Hachem, Haddad,Hamdan, Hagge, Havache, Hissa, Hakimmi, Hellal, Hiluy, Hosn, Ibrahim, Irucus (Roque), Jereissati, Jorge, Kalil, Kayatt, Karam, Kalume, Karbage, Kassuf, Koury, Kham,Kubrusly, Lazar, Lobo (Dib), Lopes (Lubus), Lattif, Mahamud, Mansur, Midauar, Mustaf\u00e1, Mutran, Najar, Namem, Nasser, Nazar, Nedef, N\u00f3gimo, Okka, Otoch, Rachid, Rabay, Rassi, Romcy(Homsi) Rouquez (Roque), Safadi, Said, Salem, Salom\u00e3o, Sarquis, Saker, Sater, Sim\u00e3o, Skeff, Sleiman, Tahim, Tajra, Tauil, Tebet, Turbay, Zahlut e Zarur.<br \/>\nHoje, entranhados com sobrenomes de origem portuguesa e de outras nacionalidades, s\u00e3o parte importante da sociedade cearense, sem os quais a nossa hist\u00f3ria seria, sem d\u00favida, bem distinta e mais pobre.<br \/>\n\u00c9 cantado e consabido o arrojo, o destemor e a energia dos que, por muitas raz\u00f5es, saem de sua p\u00e1tria e, enfrentando obst\u00e1culos lingu\u00edsticos e culturais, conseguem, em pouco mais de cem anos, formar uma descend\u00eancia t\u00e3o ilustre quanto as dos filhos, netos, bisnetos e j\u00e1 tetranetos de imigrantes libaneses no Cear\u00e1.<br \/>\nEm qualquer \u00e1rea do conhecimento human\u00edstico, cientifico e tecnol\u00f3gico, e em m\u00faltiplos ramos de neg\u00f3cios e na pol\u00edtica, avultam nomes libaneses originais ou j\u00e1 adaptados por quest\u00f5es fon\u00e9ticas. Hoje, sem d\u00favida, grande parte do produto interno bruto cearense tem origem nas poupan\u00e7as consolidadas e transformadas em for\u00e7as motrizes do nosso desenvolvimento social.<br \/>\nEste artigo n\u00e3o \u00e9 louva\u00e7\u00e3o, mas dever de um n\u00e3o liban\u00eas para com tantos patriarcas imigrantes que, do nada, conseguiram estruturar fam\u00edlias e consolidar patrim\u00f4nios em terra t\u00e3o adusta como o Cear\u00e1.<br \/>\nA edi\u00e7\u00e3o especial da Carta do L\u00edbano e o livro As fam\u00edlias libanesas no Cear\u00e1, de C\u00e9sar Aziz Ary ao meu olhar, deveriam ser distribu\u00eddos em bibliotecas e escolas p\u00fablicas cearenses, ao mesmo tempo que, digitalizadas, deveriam constituir sites e blogs que difundissem e perpetuassem as hist\u00f3rias das muitas fam\u00edlias hoje amalgamadas com ascend\u00eancias locais, pois muitas gera\u00e7\u00f5es j\u00e1 se cristalizaram na sociedade local. Shukran.<br \/>\nPonte dos Ingleses ou Ponte Met\u00e1lica<br \/>\nA Ponte dos Ingleses, tamb\u00e9m chamada de Ponte Met\u00e1lica, est\u00e1 localizada na Praia de Iracema, Fortaleza, Cear\u00e1, Brasil. Foi um projeto de melhoramento da estrutura portu\u00e1ria de Fortaleza. A constru\u00e7\u00e3o do viaduto Lucas Bicalho foi iniciada em 24 de setembro de 1921, pela empresa inglesa Norton Griffts Co., para servir de porto da cidade de Fortaleza, em substitui\u00e7\u00e3o da antiga Ponte Met\u00e1lica (ponte ao lado, pr\u00f3xima da Avenida Almirante Tamandar\u00e9). No entanto, nunca funcionou como porto. O viaduto integrava o ante-projeto de um porto-ilha proposto pelo engenheiro Manuel Carneiro de Sousa Bandeira, e desenvolvido pelo engenheiro Lucas Bicalho. As obras foram iniciadas em 1921, durante o governo do presidente Epit\u00e1cio Pessoa, e foram suspensas no governo de Artur Bernardes, no qual permaneceu inconclusa. Em 1994, foi aprovado um projeto de recupera\u00e7\u00e3o da ponte atrav\u00e9s da Secretaria de Cultura do Estado do Cear\u00e1. A ponte foi recuperada e urbanizada para o uso p\u00fablico, al\u00e9m de ter recebido uma arma\u00e7\u00e3o de madeira sobre parte do viaduto, projeto dos arquitetos Fausto Nilo e Delberg Ponce de Leon, tamb\u00e9m respons\u00e1veis pelo projeto arquitet\u00f4nico do Centro Drag\u00e3o do Mar de Arte e Cultura. Atualmente, a Ponte dos Ingleses conta tamb\u00e9m com um N\u00facleo de Prote\u00e7\u00e3o dos Golfinhos e uma Torre de Observa\u00e7\u00e3o de Cet\u00e1ceos.<\/p>\n<p>Jo\u00e3o Soares Neto,<br \/>\nescritor<br \/>\nCR\u00d4NICA PUBLICADA NO JORNAL O ESTADO EM 10\/07\/2015<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[],"tags":[],"class_list":["post-2795","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry"],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/joaosoaresneto.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2795","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/joaosoaresneto.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/joaosoaresneto.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/joaosoaresneto.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/joaosoaresneto.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2795"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/joaosoaresneto.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2795\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/joaosoaresneto.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2795"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/joaosoaresneto.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2795"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/joaosoaresneto.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2795"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}